quarta-feira, 21 de julho de 2021

O Contentamento


 DEVOCIONAL

Que frase forte: “Nada me faltará”! O salmista está convicto: nada me falta. Será que hoje, no século 21, também podemos falar assim? Será que muitas vezes não temos a impressão de que ainda nos falta algo? Às vezes o problema é a chuva, às vezes a saúde, às vezes dinheiro, tempo ou energia, às vezes o desejo de conviver com circunstâncias e pessoas mais agradáveis. 

Davi, por sua vez, diz: “Nada me faltará” — e o Salmo não dá a impressão de que ele o escreveu usando um “óculo cor-de-rosa”, ignorando todos os problemas. Afinal, pouco depois Davi fala de um “vale da sombra da morte” e também de “meus inimigos”. Uma escolha de palavras surpreendente!

Paulo diz algo parecido: “Já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade”. Seja na prisão ou em liberdade, saciado ou com fome — se pensasse no Senhor e considerasse a Sua presença, então Paulo não sentia falta de nada. 

Qual era então o motivo do seu contentamento? “Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece” (Filipenses 4:11-13). Senhor Jesus, quero que este seja também o meu caminho, pois Tu mesmo disseste: “Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim”. Tu disseste este lindo “sim, ó Pai” (Mateus 11:29,26), e só Tu podes me ajudar a também dizer “sim” para o meu caminho — a aprender e descobrir que, aos Teus olhos, nem preciso daquilo que não tenho. Também quero dizer essas palavras com mais frequência: “nada me faltará”. — “Aprendi a contentar-me”. — “Sim, ó Pai!” — Ajuda-me, Senhor, a começar a viver assim hoje.


FONTE: Chamada.com

https://www.chamada.com.br/meditacoes/com_jesus/novotestamento269.html

domingo, 21 de fevereiro de 2021

Senami certifica curso de treinamento missionário “Envia-me”


Com total apoio e certificação da SENAMI, aconteceu mais uma edição do treinamento missionário “Envia-me”, cuja coordenação é de responsabilidade do pastor Isac Sousa, que atualmente está servindo como secretário de Missões na Assembleia de Deus em Teresina – PI. Tendo também o apoio da IEADT (Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Teresina), da CEADEP (Convenção Estadual das Assembleias de Deus do Estado do Piauí) e da SEMADEPI (Secretaria de Missões do Estado do Piauí).

O treinamento agregou uma equipe de alta performance, e foi categorizado como “um dos melhores treinamentos missionários do país”, pelo pastor Sid Ramos, um dos pastores convidados para ministrar, o qual possui experiência em coordenação de equipes e treinamentos de líderes e de missionários não só no Brasil, mas no Oriente Médio e Oeste da África.

A 2ª edição do “Envia-me” trouxe uma metodologia ousada e inovadora ao dividir o curso em duas etapas, ambas com foco na formação do caráter e compreensão do chamado divino. A primeira etapa foi predominantemente mais teórica, e aconteceu em uma plataforma on-line. Dezenas de alunos (missionários, vocacionados, jovens e anciãos) oriundos de várias partes do país tiveram o privilégio de aprender com professores experientes que atuam em missões em diversos estados do Brasil e fora dele.

A segunda etapa do curso possui foco em evangelismo urbano e missões transculturais, e é denominada Battleground, termo inglês que significa Campo de Batalha. Esta foi realizada presencialmente e de modo intensivo em um sítio na cidade de Teresina – PI entre os dias 03 e 16 de janeiro de 2021. Além de prática e simulações, houve neste período aulas de disciplinas como: Elaboração de Projetos Missionários, Panorama dos Desafios Mundiais em Missões, Introdução ao Inglês, Cosmovisão, Evangelismo a Pessoas Vulneráveis e Dependentes Químicos, Ética Ministerial Aplicada aos Relacionamentos, Missões no Contexto do Combate ao Suicídio, Evangelismo no Contexto das Universidades, etc.

Com professores altamente qualificados e devidamente credenciados, as muitas atividades dadas aos alunos os levaram a refletirem profundamente sobre o propósito de Deus para suas vidas no que diz respeito a missões. Eles foram desafiados a irem às ruas, o que resultou em muitas conversões por Cristo Jesus. Veja o que dizem alguns dos participantes: 

“Tudo que eu vivi ali foi de tamanha importância tanto para minha vida espiritual, quanto material… Experiência vivida que não se pode explicar…  Foi um divisor de águas.” – Emyly, de Balneário Pinhal, RS

“Vi no Envia-me a oportunidade de aprender, melhorar, crescer, eu acreditava que o conhecimento que iria adquirir seria basicamente o teórico, mas foi além. Pessoas com muita experiência ensinaram sobre ética, valores, dedicação e amor a missões… Posso dizer que esses dias foram os melhores da minha vida.” – João Paulo, de Teresina, Piauí.

“É impressionante como Deus prepara oportunidades para tratar conosco. Gostaria de ter todo um dicionário para poder explicar com palavras. O Senhor apenas confirmou o meu chamado e vocação, ensinando-me e tratando em lugares que nenhuma pessoa poderia tocar ou enxergar… Sofrerei qualquer coisa se for a favor do Evangelho. Estarei disposta a levar a mensagem de Jesus aos lugares onde ninguém quer ir e amar àqueles que são rejeitados e abandonados. ” – Jossanna Quézia, de Arraial, Piauí.

 “Estivemos 15 dias imersos no aprendizado missiológico na capital Piauiense, adquirindo capacitação sobre a evangelização dos povos não alcançados dentro do Brasil e fora dele, mas principalmente recebendo treinamento quanto ao preparo emocional e psicológico diante das adversidades que surgem ao longo da jornada ministerial.” – casal David e Nathália, de Uberlândia, Minas Gerais.

“É desafiador!!! Foi maravilhoso tudo o que eu vivi no treinamento missionário (…) Agradeço a Deus por ter me concedido a oportunidade de ter participado desse treinamento que mudou minha vida e minha visão sobre missões transculturais e urbanas.” – Débora Santos, de Ribeiro Gonçalves, Piauí.



 A 2ª turma do Curso de Missões Envia-me finalizou com uma noite marcante no dia 16 de janeiro de 2021 em um culto de gratidão e entrega de certificados, onde estiveram presentes entre outras lideranças, o pastor Saulo Gregório de Lima (Diretor Executivo da SENAMI), pastor Nestor Henrique Mesquita (Presidente da CEADEP), o pastor Irã Santana Mesquita (Presidente da IEADT) e o pastor Josimar (Segundo secretário de Missões da SEMADEPI).

A próxima edição do “Envia-me” está prevista para janeiro de 2022, e a expectativa é que esse projeto continue influenciando e treinando missionários que estejam dispostos a dar ser o melhor para a Obra de Deus.


Fonte: SENAMI


Mais de 260 milhões de cristãos no mundo enfrentam algum tipo de oposição como resultado de sua identificação com Jesus Cristo


 Cristãos ao redor do mundo têm negados seus direitos quanto à liberdade religiosa, tornando-se vulneráveis a hostilidades em diferentes esferas da vida: na individualidade, na família, na comunidade, na nação e na igreja.

Mais de 260 milhões de cristãos no mundo enfrentam algum tipo de oposição como resultado de sua identificação com Jesus Cristo.

Esse é o número estimado pelo centro de pesquisas da Portas Abertas, calculado por meio de um questionário aplicado a cristãos locais, e que classifica os 50 países onde a perseguição é mais severa.

A perseguição religiosa ocorre quando:

  • não têm seus direitos de liberdade religiosa garantidos;

  • a conversão ao cristianismo é proibida por conta de ameaças vindas do governo ou de grupos extremistas;

  • são forçados a deixar suas casas ou empregos por medo da violência que pode alcançá-los;

  • são agredidos fisicamente ou até mesmo mortos por causa de sua fé;

  • são presos, interrogados e, por diversas vezes, torturados por se recusarem a negar a Jesus.

O número de cristãos perseguidosinclui aqueles que são confrontados com outras formas de hostilidade do que apenas a violência isolada. Também, em alguns países, a perseguição afeta todos os cristãos, qualquer que seja sua denominação. Em outras nações, ela afeta apenas uma parte da comunidade cristã, a qual se difere em algum aspecto das outras denominações. Sendo um cristão, por exemplo, menos ativo no evangelismo e/ou em outras atividades públicas que outros, chama para si menos atenção e é menos confrontado.

A perseguição também pode depender da região do país onde vivem os cristãos. Áreas dominadas pelos muçulmanos em países de maioria cristã podem exercer uma forte pressão sob os cristãos, até mesmo cometeratos de violência contra eles, mesmo que o país seja de maioria cristã.

Na tentativa de responder à questão se o cristianismo é a religião mais perseguida no mundo, a pesquisa doPew Research Centeré considerada normativa. Ao que aparentam esses dados, os cristãos e os muçulmanos são mais ou menos confrontados de modo semelhante por meio do assédio. A equipe de pesquisa da Portas Abertas, no entanto, afirma queo cristianismo é a religião mais perseguida no mundo, já que avalia também o tipo de assédio e sua gravidade.

É para socorrer e fortalecer o corpo de Cristo que a Portas Abertas atuahá mais de 60 anos em mais de 60 países onde existe algum tipo de proibição, condenação, execução ou ameaça à vida de pessoas ou à liberdade de crer e expressar a fé em Jesus Cristo.

O apoio vem por meio de Bíblias, materiais cristãos, treinamentos, ajuda socioeconômica e presença – dentre muitas outras maneiras – para que esses cristãos sejam fortalecidos para servir e levar boas novas às suas comunidades.

Saiba mais e como ajudar em:

Igreja perseguida - MIssão Portas Abertas




terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Comprometidos com a vinda de Cristo Jesus nos dias atuais


Desde adolescente, em grande parte das vezes que paro pra analisar algum texto bíblico gosto de deixar algum som ambiente enquanto estudo, e muitas vezes, pregações antigas que ficaram marcadas na vida da igreja.

Hoje ao estudar a aula do próximo domingo na escola dominical, que tem por título "Comprometidos com a Palavra de Deus", Lembrei-me desta pregação do Pastor Gilmar Santos intitulada "Sinais de sua vinda", onde ele expõe com profundidade bíblica e unção do Santo Espírito os sinais da volta de Jesus. Sem dúvida uma de suas maiores pregações.  O estilo do pastor Gilmar lembra-me muito o Pastor Nilson Lins, pelo fato de seus sermões e pregações serem cristocêntricos, exposição viva da palavra.

Ouvindo este tipo de pregação, lendo a revista da EBD, e refletindo sobre os dias atuais em nossas igrejas, mais precisamente o nível de pregações que temos hoje em dia, sinto dizer: que tempos difíceis estes atuais! Temos uma enxurrada de pregadores por todos os lados, mas grande parte, são apenas animadores de plateia. Pregam de segunda a domingo apenas triunfalismo, modismo, mensagens antibiblicas e até mesmo doutrinas de demônios. É triste ver quantos pastores permitem em seus púlpitos tanta distorção do que é a centralidade do evangelho e sua essência. Tento ser o máximo seletivo nas pregações que ouço hoje em dia. Até mesmo de minha própria igreja temos, infelizmente muitas vezes essas mensagens superficiais que não geram comprometimento com a palavra de Deus e seu evangelho.

Se puder recomendar, diria: ouçam o pastor Nilson Lins, sem dúvida é um dos profetas do evangelho genuíno que Deus levantou nesta época. Principalmente nestes últimos anos em que a igreja brasileira se vende por um prato de lentilhas chamado “política partidária”.  E nunca deixem de ouvir as mensagens antigas, pois através delas que muitos de nós fomos alcançados, e lá, nas décadas passadas, o objetivo era levar Cristo as nações as, e não a fama , enriquecimento e ambição.



sexta-feira, 2 de outubro de 2020

Um outro evangelho

 



O Apóstolo Paulo escrevendo sua primeira carta às igrejas da Galácia, logo após a saudação inicial, inicia com uma afirmação inquietante de que os gálatas estavam tão rapidamente passando para um outro (heteros = diferente) evangelho (1:6). É que Paulo não viu as igrejas do Séc. 21!

Confesso que em nossos dias está cada vez mais difícil encontrar o verdadeiro e simples evangelho. Isso me lembra a “istória” do menino, do velho e do burro caminhando na estrada. Cada pessoa que passava ao lado deles além de criticar a forma como andavam, dava uma sugestão diferente de como deveriam fazer, ora o menino sobre o burro, ora o velho, ora nenhum dos dois, ou seja, qualquer que seja a forma, sempre teremos alguém para criticar. Mas que a igreja de hoje está dando margem para ser criticada, isso está!
E eu nem estou falando de doutrina (aí a vaca vai pro brejo), mas da aparência mesmo. De salão negro com luzes estroboscópicas a palcos fumegantes e flamejantes, encontramos de tudo.

Chegamos a era do verdadeiro “show da fé”. Pra começar, não há mais culto, temos o point da galera. Não há liturgia, há apresentações sequenciais com espaço para comerciais, não há louvor, mas show gospel, não há mais mensagem ou leituras bíblicas, há palestras contextualizadas para entreter o auditório. Me desculpe Paulo, mas o anjo veio e pregou um outro evangelho e hashtag (#) está bombando! Está cada dia mais difícil ser cristão.

Tem azeite extra?

Estamos vivendo dias incríveis. Não sei se isso é bom ou ruim, porém todas as coisas estão acontecendo em uma velocidade inacreditável, seja nos avanços “astronômicos” da área de comunicação, com as mídias sociais ultrapassando as mídias tradicionais, seja na área da saúde onde o tempo médio para desenvolver uma vacina que levava 3 a 4 anos, reduzido para 4 meses, seja na área das catástrofes com explosões “hollyoodianas” destruindo cidades ou o clima destruindo países, empresas sólidas falindo do dia para noite, a maldade crescente de nossas autoridades que não deixam de fazer falcatruas nem com o dinheiro para salvar vidas, que nos obriga a perguntar: onde vamos parar? Ou a pergunta seguinte: qual será a consequência de tudo isso?

Respondendo (com muito zelo) as questões acima: Não, não estamos no fim do mundo, nem tudo vai acabar em uma grande destruição. Mas como? Uma das piores coisas que pode acontecer a quem estuda um pouco de escatologia é fazer previsão. Logo, não estou prevendo nada. Mas minha sensibilidade me diz que finalmente a humanidade entrou na “rodovia” que nos levará a cidade do fim dos tempos.

Não sei quantos “quilômetros” falta para chegar, mas o ano de 2020, será conhecido como o ano que nos colocou na direção certa para nosso destino. Isso não é motivo de comemoração para a igreja, mas de estar apercebido, vigilante, olho aberto, para não deixar que o azeite acabe antes do noivo chegar.

A semente da verdade!

Não estou discutindo política e acho que esse espaço não é para isso, mas me impressiona o fato do primeiro presidente do nosso país que levantou uma bandeira de alguns dos valores são semelhantes aos que a igreja defende, mesmo que ele não seja o homem mais honesto do mundo (e não é), a luta que ele tem travado com alguns de nossos ícones da moralidade (ou seria da imoralidade?) tem nos assustado.

Fiquei impressionado como bastou 3 dias de protesto no Líbano para que o governo pedisse demissão. Nas terras tupiniquins vemos nossas autoridades serem acusadas, condenadas, e nada acontece e a lei ainda os apoiam. Falta dignidade!

Na verdade, tudo é uma questão cultural. Para nós (religioso ou ateu) brasileiros, ser honesto, ter valores baseados em princípios absolutos (e não relativos), agir com ética, falar a verdade, etc., é sinônimo de idiota e imbecil.

Como disse Rui Barbosa, chegamos a ter vergonha de ser honesto. Sabemos que não se faz essa mudança do dia para a noite. Vamos precisar de muitas gerações para que esses valores sejam percebidos. Porém alguém precisava semear essa semente e finalmente ela foi semeada.

Se Vaz de Caminha estiver certo, em se plantando tudo dá, sonhamos que ela floresça em nossas terras tupiniquins!